Subjetividades
Sabe escrever, tem à frente quase todas as palavras. E escreve toda noite, no escuro, o vazio sobre o nada.
Vê a alma à porta. Estende a mão; dentro dela a chave. Apaga a luz.
Tem os ouvidos no próprio peito; a boca, na memória. Quer amar, mas tem os olhos no chão.
Vê a alma à porta. Estende a mão; dentro dela a chave. Apaga a luz.
Tem os ouvidos no próprio peito; a boca, na memória. Quer amar, mas tem os olhos no chão.